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Sexta-feira, 08 de Janeiro de 2010
2010: eleições e copa do mundo. E o povo?
Analisando o cenário político do Espírito Santo, chega-se à conclusão de que esta cidade não pode mais continuar sem espírito social no âmbito político. O que se percebe claramente é que os políticos...
Analisando o cenário político do Espírito Santo, chega-se à conclusão de que esta cidade não pode mais continuar sem espírito social no âmbito político. O que se percebe claramente é que os políticos profissionais vêm ano após ano adotando a política do “EU”. E assim seguem-se os mandatos de alguns políticos com mandato, não é? E está bom demais!
Pelas bênçãos de Deus, olhamos hoje ao redor e vemos um cenário que traz a esperança para o estado em 2010. Pois possuímos políticos e pré-candidatos a deputado já conhecidos com comportamento exemplar na sociedade, entre eles destacamos Audifax Barcellos (PSB), Gilsinho Lopes (PR), Claudio Vereza (PT), Janete de Sá (PMN), José Esmeraldo (PR), Dr. Hércules Silveira (PMDB), Rita Camata (PSDB), Sueli Vidigal (PDT), Sargento Valter (PSB), Lelo Coimbra (PMDB), Iriny Lopes (PT), Luiz Paulo Veloso (PSDB)... É Claro que existe ainda cerca de meia dúzia de políticos bons, mas que com certeza essa listagem não atinge uma dúzia dos que ficaram de fora. Se você acha que tem mais, envie a sua relação à redação deste jornal.
Quando se olha para os partidos políticos, em sua maioria, percebemos que os partidos políticos não se interessam em saber quais são os projetos dos candidatos para com a população capixaba.
Ao avaliarmos as negociações das grandes cidades brasileiras, percebemos que o discurso é bem distante do subjetivismo, e que vai além da demagogia que discursa em favor dos votos apenas. Nas grandes cidades brasileiras, os partidos estão discutindo assuntos como encontrar maneiras para acabar com o caótico trânsito, reduzir o alto índice de violência, as destruições ao meio ambiente, abolir os descumprimentos da Constituição Brasileira, ou seja, melhorar e preservar a qualidade de vida dos cidadãos. É discutindo questões de interesse público que se faz política com ética e responsabilidade. O que se discute é Filosofia Partidária voltada para todos.
A conjuntura atual vive a crise dos poderes de negociatas, na qual o povo tem ficado em segundo plano. Uma conjuntura em que as forças estão ameaçadas pelo status de grupos que estão no poder há 10, 20 ou 30 anos, dirigindo um país que tem uma grande massa de miseráveis que não tem sequer o café da manhã, imaginem o almoço ou um jantar.
O alto índice de desempregos e a baixa renda das pessoas que têm seus postos de trabalho ainda garantidos são reflexos desse sistema em crise que apenas pretende discutir cargos e poder, não um projeto político para a melhoria social. O povo capixaba está temeroso neste paradigma de jogo de interesses.
E é esse mesmo jogo que toma conta da agenda diária. O povo precisa reagir e lutar por um modelo transparente de política, seja nos movimentos sociais ou na participação diária, para que o cenário não permaneça intacto e próprio aos “parasitas políticos”, que só querem a política do “venha a nós”. Vamos juntos acabar com esse reinado. Você cidadão pode e deve destruir isso que está aí e vamos dar um cheque em branco para pessoas comprometidas com a sociedade capixaba.
Por: Redação


